
Chamava-se Maria. Eu não cheguei a conhecê-la, mas minha mãe contava que ela era muito simples, quase não saía de casa, tinha vergonha de aparecer em público, e trabalhava muito em casa, cuidando dos muitos filhos. Essas informações, há pouco tempo, foram derrubadas ou quase desmentidas por uma tia minha, irmã de minha mãe, que disse que ela exímia pianista, e que também tocava órgão da Igreja Matriz.
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