
Era um homem austero, voz rouca e grossa. Seu nome era Sebastião, conhecido por todos como Tãozinho. Quase não ria, falava alto e casou-se duas vezes. Eu era criança quando ele morreu. Lembro-me de que usava sempre roupas de linho com um chapéu de feltro. Morava numa casa em Itaperuna, perto do Cristo Redentor. Não gostava muito de ir lá porque era muito alto o lugar e ele me chamava de magrela. Não gostava disso.
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