sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Minha irmã Telma


É a primeira dos meus sete irmãos. Vaidosa, lutadora, inteligente, bonita. É expert em Informática e assuntos ligados à qualquer tipo de tecnologia. Assim como eu, adora dançar e ouvir boa música.

Meu irmão Marcos


Inteligente, bonito, simpático, educado, pai de três filhos lindos, engenheiro elétrico, inventor. Quando eu era pequena, meu pai o obrigava a me ensinar matemática. Ele ficava furioso porque dizia que eu era muito lenta para aprender e tinha preguiça de pensar.

Minha irmã Delma


Silenciosa, batalhadora, metódica na arrumação da casa, adora fazer caminhadas e ginástica. Mãe de três filhos e avó de três netos.

Márcia (eu mesma!)


Sou a quarta de oito irmãos. Casada, três filhos: Cássio, Bárbara e Melissa, professora estadual,mais precisamente Orientadora Tecnológica da SEE/RJ, católica, cursando a segunda graduação, gosto de dançar, beber uma skol (de vez em quando), ouvir música, principalmente pop rock, e conversar com os filhos sobre suas atividades.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Minha irmã Édna


Só pensa em trabalho, é diretora em uma escola municipal. Gosta de política e torce para o Flamengo.

Minha irmã Maria


É a superação em pessoa! Quando criança teve uma doença considerada fatal. Sobreviveu desafiando todo conhecimento médico e hoje é Advogada, trabalha na Justiça Federal. Adora cães e gatos.

Meu irmão Joeminho


Tinha o mesmo nome do meu pai. Era um anjo. Nasceu com paralisia cerebral, mas era a paixão de todos da casa. Morreu aos 24 anos.

Minha irmã Lucinha


Lúcia Regina é o seu nome. Foi a última de oito irmãos. Demorou muito para andar e era muito raquítica, mas acabou ficando a irmã de maior estatura. Formou-se em Pedagogia e atua como Supervisora Escolar num horário e Secretária Escolar em outro. Tem duas filhas lindas.

Meu pai


Joêmio era o seu nome. Estudou pouco, mas foi um autodidata. Entendia de todos os assuntos e até um pouco de inglês e francês. Era um excelente escritor de textos. Ensinava-me as lições de casa com toda a paciência quando eu era pequena. Trabalhou muito como ferroviário. Tinha um amor sem limites pelos filhos, mas implicitamente, sempre dedicou mais atenção para mim.

Minha mãe


Lúcia. Paixão da minha vida, minha melhor amiga! Apaixonada pelos filhos, e pelo ser humano em geral. Trabalhava como atendente de médico em um Posto de Saúde e ficava muito feliz quando podia ajudar pessoas pobres que chegavam doentes no seu local de trabalho. Era apaixonada pela vida, gostava de rir de tudo. Fazia piadas em todas as situações, até nas mais tristes, como querendo desafiar o lado triste da vida. Gostava demais de perfumes e de Julio Iglesias.

Meu avô paterno


Era um homem adorável! Seu nome: Manoel. Alegre, humorista, brincava com todos, nunca foi visto triste ou magoado. Gostava de passear com os netos, tratava os filhos com muito amor e sua profissão era barbeiro. Minha avó Jandira tinha muito ciúme dele porque ele gostava de ir à praia só para olhar para as mulheres e dizer: "Por que não chove na minha horta?" Mas só fazia isso para implicar com a minha avó, para vê-la brava.

Minha avó paterna



Chamava-se Jandira. Era um amor de pessoa. Silenciosa, mas muito prendada. Gostava de ensinar crochê às netas. Tinha grande habilidade com as agulhas. Morava em Duque de Caxias numa casinha pequena. Eu adorava passear lá, e ficar em sua casa. Primeiro, porque ficava extasiada com os aviões que passavam muito baixinho, pois era um bairro que ficava na direção do aeroporto e segundo, porque ela fazia uma galinha caipira com batatas que era uma delícia!

Meu avô materno


Era um homem austero, voz rouca e grossa. Seu nome era Sebastião, conhecido por todos como Tãozinho. Quase não ria, falava alto e casou-se duas vezes. Eu era criança quando ele morreu. Lembro-me de que usava sempre roupas de linho com um chapéu de feltro. Morava numa casa em Itaperuna, perto do Cristo Redentor. Não gostava muito de ir lá porque era muito alto o lugar e ele me chamava de magrela. Não gostava disso.

Minha avó materna


Chamava-se Maria. Eu não cheguei a conhecê-la, mas minha mãe contava que ela era muito simples, quase não saía de casa, tinha vergonha de aparecer em público, e trabalhava muito em casa, cuidando dos muitos filhos. Essas informações, há pouco tempo, foram derrubadas ou quase desmentidas por uma tia minha, irmã de minha mãe, que disse que ela exímia pianista, e que também tocava órgão da Igreja Matriz.